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domingo, 5 de abril de 2009
a cada dia que dá algo certo, vinte dão algo errado o/
Vini / no trabalho diz:
e eu ligo?
Acabo de achar uma nova pessoa favorita aleatória, é.
Preciso de um tapa na cara ou alguma forcinha pra digerir esse fim de semana... E pra aprender a pedir desculpas.
Mas é que machucar você é a única forma de me proteger enquanto me divirto com cópias mal feitas de você. (:
E é, você realmente devia ter me ligado.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
I miss your voice, your touch, your laugh.
I miss the way the air always felt thicker anytime you’d come around. The way you’d always show up dancing as if you never felt down, or always wanted me to smile.
I miss your arms, all your warm embraces. I miss your drunkenness, I miss your smell.
I miss your accent, the way words flew out of your month like music. I miss your music.
I miss the way your lips would draw a smile touching your bright eyes anytime I’d say “Hey ya!” covering my face. I miss your taste. I miss your face.
I miss the way you always knew how to connect your mind to mine, the way you’d always complete my interrupted thoughts.
I miss what you showed me, what you taught me.
I miss how your skin always felt smoother than theirs. The way you always made me feel safe.
I miss your hair against mine, your conscious weighing against my will.
I miss you and I always will.
Oh sir, I miss you so.
terça-feira, 31 de março de 2009

Enfim!
Hoje foi um dia assim, bem morto, como todos os outros desde que eu resolvi experenciar (isso existe?) a vida no campo, na porta da puta que me pariu, ou seja, no Recreio dos Bandeirantes... Enfim, tudo ia bem morto até que me deu uma reviravolta e eu lembrei que café existia. Pq tipos, tô muito ligada com a natureza ultimamente, juuuuro! Eu andei lendo sobre Wicca que nem antes (que nem sempre, actually) e cara, é isso! O sininho badalou e cara, 'tô cintilando! Aí tá, né? Eu tenho tido uns sonhos muito loucos e todos eles têm significado, tu acredita?! Hoje, em suma, entre cigarros apagados e acesos, entre túneis atravessados de quatro e muito mais, eu sonhei com bacalhau e batata. Sim, bacalhau e batata. E como eu ando nessas de anorexias, só como UMA BATATATINHA e tipos beeeem pouquinho do bacalhau. Mas já conta, né? Agora vamos aos significados:
BACALHAU
Ver um- amores contrariados. Comer bacalhau- casamento ou noivado próximo.
BATATAS
Vida honesta, mas difícil. Pode ser também um símbolo sexual.
Êlêlê. Isso pq eu tava pedindo a Deus e a Deusa que eu tivesse respostas pra essa minha nova paixão, né (vide post anterior)? Nossa, casamento já vai dar. 'Tô cintilando.Mas aí eu paro e penso: eu não SÓ comi o bacalhau, como também o vi. Aí tensa eu fico. Vamos casar, hmm. Ok, lindo. Mas aí nosso amor vai se contrariar, alguém aí vai voltar, vou levar chifre, não vai prestar. Já me vejo fazendo a Heloísa e sendo carregada pro MADA. Tenso.
Aí vêm as batatas. Êlêlê! Vida honesta, mas difícil - leia-se vou me assumir (de novo) pros meus pais, coming clean total, e vou sofreeeeeer demais. Bem minha vida, oks. Mas também pode ser um símbolo sexual. Ahá! Batata nela! Vou casar e transar muiiiiito. Adoooro.
Aí tá, né? Passei o dia CRENTE que hoje ia ser O_dia. Mas não, ele foi assim, todo mortinho. Fiz um post LINDO pra guria e tipos, não recebi nem um bombonzinho? ): Assim eu broxo, né? Mas como estou nessas de perder 15kg em 10 dias já nem reclamo, né? Mas aí eu lembro que café existe e, santo, 'tô cintilando desde então.
Pq tipos, eu não me entendo muito bem. Ontem eu não dormia pq nada e nem minha cachorra tava me aguentando às 4 de la fucking mañana então eu resolvi meter a cara nos calmantes daqui de casa. Tive o sonho mais aloca que já tive desde aquele que meu ex (pobre) virava gerente do meu banco (e tipos, ele cuidava do meu dinheiro e eu fiz o coitadinho comer o pão que o diabo amassou, ou seja, pobre eu também ficava) e aí eu saía do banco e vinham uns travestis cortar meus cabelos. Hmm.
Mas então, né? Tive o sonho mais aloca desde então e acordei num estalo com minha mãe falando sobre esse cara novo que ela quer me arranjar. Má comaassim? Nunca, né? Se eu tomo calmante, minha gente, é pra calma ficar. E nem perto disso eu chego! Fico pilhada feito o coelho da Duracell que nem todas as vezes que encho a cara de Dramin (pra mim) pra dormir um pouquinho (é, não durmo assim tão fácil) e fico alok jurando que sou . Aiai.
Mas aí eu fui tomando café, e tomando, e tomando... E me animando com tipos: Death Cab For Cutie e Bright Eyes. É, do contra. E pra sossegar o facho, fui pra Kelly Key e KLB. Juro. Tipo, decadência total. 'Tô fazendo MUITO a Heloísa cantando que a cada 10 palavras que eu falo 11 é aquela pessoa. Tipo, limites? Cadê?
Então, né? Quando animada eu já estava o café acaba. Tipo, o pó. Fico tensa. Pq já eram quase 11 da noite e nesse FIM DE MUNDO (!#@@@#$) mercado fecha as dez. Em ponto. Agora eu 'tô aqui, as 03:29 de la fucking mañana, sem café, sem cigarros e sem... É.
'Tá foda.
segunda-feira, 30 de março de 2009
if i could tear you from the ceiling...
Eu sempre complico as coisas, tudo. É uma das minhas características mais marcantes, eu acho. Na hora de sentar e falar sério, eu sempre levo tudo na brincadeira e no final das contas dou mais valor àquilo que deveria esquecer do que todas as coisas que você praticamente berra na minha cara e eu simplesmente ignoro. E assim se passa mais um dia em que eu complico as coisas só para não perder o costume.
Eu sempre complico as coisas, tudo. Eu sou bipolar, inconstante e eu sei que no final das contas, a fria sou eu. Eu não sei guardar certas coisas, eu não sei me controlar. eu não sei me explicar. Mas eu queria tentar, eu juro. Eu queria tentar... por nós.
Eu queria tentar só por causa dos seus olhos, ou melhor, de como eu me sinto quando olho pra eles. Ou como meu coração dispara quando sua janela sobe ou como eu realmente quase, juro, quase acredito quando você diz que eu sou bonita. E por causa das vezes que eu quase morro quando todas aquelas meninas te abraçam e... quando você está com elas, quando deveria estar comigo. Sim, comigo. Por mais que você mereça algo melhor (muito melhor, na verdade) - e é por isso que eu morro quando elas te abraçam, porque eu sei bem o quão melhor do que eu elas são, enfim - você deveria estar comigo. E é por isso que eu me emputeço tanto quando me falam que eu estou sozinha porque eu quero - não, não é. A última coisa que eu quero é ficar sozinha, amor. Eu quero você, no duro. Mesmo não devendo querer, mesmo sendo errado, eu quero. Ponto final. Eu quero poder te abraçar sem ter medo de te machucar, de me machucar; te beijar e andar por aí de mãos dadas e entregar bombons na Páscoa e cartas bonitinhas no Dia dos Namorados... A merda é que pra você eu me entregaria, e sem medo.
E isso só porque você é uma das pessoas mais lindas que eu já vi em toda a minha vida, no duro. Se você ao menos soubesse o quanto o lugar se ilumina quando você passa por ele e se ao menos percebesse o jeito idiota que as pessoas te olham, eu sei, você não perderia seu tempo comigo. Mas se eu pudesse fazer você passar do limite, ao menos um pouquinho, já estaríamos rolando pelo chão e você seria minha, só minha. E eu não teria que me esforçar tanto para me segurar quando sinto vontade de te elogiar ou de te beijar ou de simplesmente te abraçar tão forte que você se partiria ao meio.
E é por isso que eu complico as coisas, tudo. Por que você merece alguém tão melhor que eu, que não vá te machucar, não vá acabar fudendo tudo no final das contas. Você merece o melhor, no duro. Mas eu sempre complico as coisas, tudo. E não consigo te deixar ir. Por mais que eu tente, acaba doendo e por reflexo eu te seguro... É mais forte que eu. (O que não é tão difícil, mas...)
Então, só pra não perder o costume, aqui estou eu complicando as coisas, complicando tudo. Eu gosto de você, muito. Ponto final. Eu quero você e não só agora, não só hoje, mas por um bom tempo. Eu quero aturar o teu doce, as suas grosserias, a sua frieza. Eu quero continuar ouvindo os mesmos elogios e quero continuar me sentindo no céu once in a while. Quero poder te abraçar por um tempão e te proteger desse mundo escroto e te fazer confiar em mim, por mais que eu vá fuder tudo no final. Por que eu preciso disso, eu preciso de você.
Então, só pra complicar um pouquinho mais, passe dos seus malditos limites, por favor. Não pense duas vezes, me agarre ou coisa que o valha, por que eu não agüento mais me segurar, não agüento mais esperar... Eu sei que muitos outros melhores que eu já tentaram, mas por favor, por favor, passe dos limites e me tire disso tudo.
Só pra não perder o costume.
please, don't drive me blind.
Actually, não. É, não. A boa é voltar a ser biscate e não se preocupar mais com isso. É, if you never take it seriously, you never get hurt. And if you never get hurt, you always have fun. É a lei.
sexta-feira, 20 de março de 2009
POV do traidor, muito obrigada.

A traição é um dos atos mais egoístas já retratados até hoje. É mais antiga que Jesus Cristo e nunca, nunca sai de moda.
É egoísta por si só e não pelo traidor, meus caros (e muito menos pelo traído). Dizem por aí que quem ama não trai... Erro na sua mais pura essência. A traição é um mero ato de auto indulgência, de culto ao amor próprio. De fuga de uma realidade dura onde toda a sua sede de amor não é saciada pelo fogo que queima no teu cônjuge, obrigando-o a buscar na rua a cura para tanto amor.
Não.
A traição é sim um mero ato de auto indulgência e como qualquer coisa boa (até mesmo por que na maioria das vezes é seguida de diversos orgasmos...), vicia. E como todo vício, ela te fode. Aos poucos, destrói não o traído, mas sim o traidor, que monta uma ilusão de controle e luxúria onde o corno é ele mesmo. Corno de seus próprios atos e desejos. Já sente o egoísmo da traição? Menina marota essa, adora uma destruição...
Digo-lhes isso por experiência própria. Numa relação não há nada mais prazeroso que a maldita da traição - a sensação de controle, de criar um outro personagem nessa segunda vida onde você pode jogar toda a sua filha da putisse sem se sentir culpado e ser feliz. Somos todos meio-a-meio, não é mesmo? Assim como nem todo traidor é cafajeste e traído nem sempre santo é.
Digo-lhes também que traição é mesmo como uma droga, como um êxtase pronto para ser consumido por carne e fogo, por erros nos acertos. E erra aquele quem pensa que traição é ato pensado; "né" não. É apenas aquela velha busca pela cura de tanto desespero por amor. É só aquela vozinha de lá de dentro encontrando saída. Traição é pura paixão e tão selvagem quanto; tão egoísta quanto. Até mesmo por que nunca vi paixão ser ato de altruísmo... Sente agora o egoísmo da criança?
Pois bem, aí que 'tá. Ela nunca se contenta em quebrar um só, até por que uma metade não faz um inteiro, não é mesmo? E traidor que esperto é (eu) trata logo de sair ileso da confusão; traído que traído é (ela) espera logo que seu uxoricida (eu, claro) um dia caia e vista a pele suave de amante desprotegido (cordeiro que ela era antes de traída ser - alvo fácil - eu) para voltar e quebrar aquela metade que insistia em permanecer inteira.
É só um ciclo vicioso, um vírus em mutação; sou eu, elas e um dia alcançará você também.
Mas aí é só rezar o Pai Nosso e antes de amar se benzer, mas tome cuidado, pois dentro de você vive um outro alguém.
Então... Juro que já já eu termino os contos sobre traição que eu, Carlos e Bia havíamos combinado de fazer. O Carlos, espertão que é, já terminou e postou os três contos. E olha, tenho que dizer... O menino escreve pra caralho!
Não esqueça de ir lá conferir e comentar, vale a pena: http://inconvenient-idea.blogspot.com/
E pra quem eu ainda não tinha contado sobre o projeto, ele se chama(va) My Lover's Box (sim, Garbage) onde contaríamos sobre a traição e suas consequências em três casais diferentes - um heterossexual, um de gays e outro de lésbicas. Os personagens seriam os mesmos para nós três, ou seja, mesmos nomes, características, idades e tudo o mais. E o esqueleto da história, também. Os fatos não mudariam, apenas nossas visões sobre eles. E nisso, Carlos já acabou os dele, eu comecei os das lésbicas (como já era de se esperar) e acabei perdendo metade dele por merdinha do Word o que me broxou por um bom tempo (como também era de se esperar) mas PROMETO que posto até o final da próxima semana! E a Bia, hein?
E comentem, porra! Digo, poxa! D:
blame it on akon, tks.

Resolvi abrir os comentários, culpa de Radiohead na Apoteose e...
Então vejam todos os posts, leiam os mais antigos e COMENTEM pq eu seeempre quis saber a opinião das pessoas (sim, eu me importo ~demais~ com isso - rs) mas seeempre tive medo de qual seria. Maaas, já que Thom Yorke não quer me ver: comentem nos meus textos e salvem minhas sexta-feiras. rs. -s
terça-feira, 10 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
'Cause I really meant that after all. Not so sorry.
Não é um poema, nem nunca seria poesia. Não é pra ser cantado e nem para ser lido; é meu parasita. Carne minha de cada dia; minha hipocrisia.
Uma colagem de letras aleatórias, uma obra de arte. Qualquer coisa que salve meu dia.
Não é uma oração, nem um canto de macumba. Um de desespero, talvez e sem eira nem beira, só uma brincadeira.
E isso nada é. Nem nós. Nem eu.
Era só uma brincadeira.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Preciso de uma válvula de escape pra essa minha consciência prolixa - cala a boca, cala a boca, cala a boca!
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Amor é que nem dor de barriga - dá e passa. Mas volta, sempre volta.(E as garrafas? Ahh, cheias de produto pra regular seu intestino, dica.)
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Outubro
Outubro. Décimo mês do ano. Primavera. Estação das flores.
Toda primavera é assim. Um encontro, um erro. Dessa vez um fim.
Um telefonema, um passo dado em falso, e tudo o que tanto me era apreciado, deletado.
Sorrisos, lembranças. Todas as brigas, uma vida. Excluídos com um simples clique.
E então a distância pareceu milhas. O ontem pareceu uma outra vida, hoje esquecida.
O silêncio quebrado de tempos em tempos pelo eco doentio das nossas feridas, acabado.
Não há mais nada aqui, nem mesmo o vácuo para preencher o que fora apagado.
Outubro. Décimo mês do ano, dos três anos. Estação das flores.
Estação do fim.
E tudo que é apagado, uma hora é esquecido.
Toda ferida que é aberta, uma hora sara.
Toda história que é rasgada, uma hora emenda.
Toda mulher que se quebra, uma hora se levanta.
Toda vida que se acaba, em outra recomeça.
Não quero mais esperar pelo décimo mês do ano. Não preciso de uma Primavera.
A dor acabou e a hora essa. E que não sejas nem um pouco tão feliz quanto eu, amor.
Espero que um dia, em Outubro, numa Primavera, você pague por toda minha dor.
~#~
Esfregamos nossos segredos na sacada
É o fim, o tão falado ponto de chegada.
A nossa lógica largada e escurraçada
dança em mim, tão pesada e inacabada.
E é Outubro, amor! Décimo mês do ano; é mês do erro!
Acaba uma vida, anjos mancando no aterro. Mês do desespero!
E é Outubro, Senhor! Décimo mês do ano, do inteiro!
Nasce uma vida, anjos caídos no terreiro. Mês do milagreiro!
Apagamos nossos segredos no passado renegado
É o fim agora, sinto no meu sorriso seco e afogado
As palavras ecoando em nosso doce impasse adorado
Dizem que é Outubro, meu amor! Mês da nossa Primavera. É o mês da dor!
O que era, já não é. O que ia ser, nunca será. E o que foi já acabou!
Pois é Outubro, Senhor! Primavera já não mais, então agarre o que ficou.

E no meio dessa busca desenfreada pelo meu futuro lucrativo (como se arrumar o quarto fosse ajudar, hmm) eu achei dois textos velhos (ok, um deles nem é tão velho assim :x) e idiotas que... Enfim, leiam.
Arco-Íris Sentimental
Então, né? Acabou... É! Simples assim! Sem mais nem menos... Na verdade, creio que o erro foi meu; sempre nesse desespero de arrumar algum saco de arrependimentos pra deitar ao meu lado e eu não dormir sozinha. Mesmo que desde o começo fosse tão óbvio que o nosso prazo de validade já estivesse assim tão próximo de vencer, eu não me importei. Eu nunca me importo.
Apesar desse vácuo que surgiu de repente entre eu e ele, gosto de lembrar da gente como um arco-íris. É lindo pra cacete, todo coloridinho e tudo o mais, sendo que por mais que pareça próximo, você nunca consegue o tocar. E esse nem teve pote de ouro nenhum no fim, e olha que eu realmente persegui essa merda.
Mesmo com toda a distância, eu insistia em protegê-lo; com todas as nossas diferenças (hoje eu vejo o quanto ele sempre foi burro e aquilo definitivamente não era um charme) eu tentei. Nadei, nadei e morri na praia. Ou melhor, quem morreu lá foi ele (e espero que tenha curtido a noite na areia, dica!)
Não adianta, meu lado melodramático e mexicano sempre vence e por mais que eu tente não sai nada de engraçado disso. 'Tá... Talvez o carnaval formado em plena Ipanema (daqui, agora, assim de longe... Até que dá pra rir, sabia?) e ele pegando suas coisas e todo aquele silêncio constrangedor dentro do carro até tenham algo de cômico.
O triste é que um relacionamento nunca termina sozinha, sempre leva uns cinco com ele. Mas no final das contas isso até se torna um lucro, seu time ignora o meu e assim temos tempo o suficiente para nos deletarmos da memória e do Orkut um do outro.
Se te apago do meu histórico virtual, logo logo você some da minha vida de vez.
Ps.: Devolva minhas roupas, porra!
~#~
Tudo foi lindo, digno de cena de filme. Ele, tão ele mesmo quanto só ele poder ser. Eu... Bêbada.
No quartinho de empregada de lá de casa, com o resto do pessoal já lá pro décimo sono, eu finalmente criei coragem e tomei a iniciativa. Nunca foi segredo pra ninguém toda aquela tensão que sempre existiu entre a gente e meu Deus!, eu já tinha terminado o Segundo Grau e era a única que continuava a mesma... Não dá, tia!
Ou melhor, dá. E eu dei. Sempre ouvi que camisinha era essencial e eu até tinha meus meios um tanto sórdidos de colocá-la, mas não deu tempo. Foi tudo rápido demais. E pra dizer a verdade, eu não lembro. Ele veio, eu fui, continuamos indo e vindo e pronto, eu tinha dado e já não precisava seguir me sentindo a excluída da população carioca quando o assunto era sexo, o que era, de fato, a única coisa que todos falávamos sobre.
Tudo foi lindo, ou não. Na verdade, tudo permanece uma lacuna até o momento em que acordei enrolada nele e com a cabeça explodindo. Pouca coisa mudou em mim, nada mudou nele e, bem... Nunca existiu "a gente", então... Os dias foram passando e continuamos "treinando" pois a prática faz a perfeição, já diziam nossos ancestrais. E proteção nunca é demais, e como menos é mais, íamos sempre sem papel nenhum na bala.
Agora estou sentada no banheiro da escola, com esse 'negocinho' branco na mao e esse maldito sinal rosa nele. De repente voltei a me sentir a excluída; a burra. Ok, respira fundo. Talvez nem tudo esteja perdido, ele sempre foi um grande amigo, certo? Certo. Só não sei o que isso vai mudar entre a gente. Espera... Que "a gente"?
É, fudeu.
Sim, não sei escrever textos de mulherzinha haha


